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sábado, 28 de maio de 2011

PÉ DIABETICO

PÉ DIABETICO


pé diabético, como o próprio nome diz, é o pé de um paciente portador de diabetes mellitus e que apresenta uma ou mais dos seguintessintomas: diminuição ou ausência de sensibilidade cutânea, como conseqüência da neuropatia (comprometimento dos terminais nervosos), falta de circulação, devido à obstrução das artérias, infecções em feridas, que surgem devido aos dois fatores anteriormente citados e que podem resultar em gangrena

Tratamento do Pé diabéticoEm pacientes que apresentam somente neuropatia, com lesões sem infecção, bastam cuidados higiênicos com os pés e uso de palmilhas apropriadas. A presença de infecção impõe atitude mais imediata. Se o paciente apresenta boas condições circulatórias no pé, uma limpeza cirúrgica deve ser realizada, visando retirar todos os tecidos infectados, e é preciso aplicar uma cobertura antibiótica.Seguem-se curativos diários, com retirada de eventuais tecidos necrosados. Há grande chance de cura. Às vezes, pode haver necessidade de amputações de dedos ou mesmo de parte ou de todo o pé, dependendo da gravidade e extensão da infecção.No caso de haver doença obstrutiva arterial associada à infecção, faz-se uma arteriografia (cateterismo) com o objetivo de avaliar a necessidade de uma cirurgia de revascularização do pé, para promover a cicatrização das áreas que foram cirurgicamente limpas. Se a cirurgia não for possível, o risco de haver necessidade de amputação maior torna-se alto.Algumas vezes, em função da gravidade da isquemia (falta de circulação) e da presença de infecção severa e extensa, estará indicada a amputação do membro, pelo risco de vida que o quadro impõe ao paciente.Tratamento do Pé diabéticoEm pacientes que apresentam somente neuropatia, com lesões sem infecção, bastam cuidados higiênicos com os pés e uso de palmilhas apropriadas. A presença de infecção impõe atitude mais imediata. Se o paciente apresenta boas condições circulatórias no pé, uma limpeza cirúrgica deve ser realizada, visando retirar todos os tecidos infectados, e é preciso aplicar uma cobertura antibiótica.Seguem-se curativos diários, com retirada de eventuais tecidos necrosados. Há grande chance de cura. Às vezes, pode haver necessidade de amputações de dedos ou mesmo de parte ou de todo o pé, dependendo da gravidade e extensão da infecção.No caso de haver doença obstrutiva arterial associada à infecção, faz-se uma arteriografia (cateterismo) com o objetivo de avaliar a necessidade de uma cirurgia de revascularização do pé, para promover a cicatrização das áreas que foram cirurgicamente limpas. Se a cirurgia não for possível, o risco de haver necessidade de amputação maior torna-se alto.Algumas vezes, em função da gravidade da isquemia (falta de circulação) e da presença de infecção severa e extensa, estará indicada a amputação do membro, pelo risco de vida que o quadro impõe ao paciente.


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